Preservativo
No século XVI o anatomista italiano Gabriel Fallopius recomendava
um incômodo saquinho feito de linho e amarrado com um laço,
que é considerado o primeiro Preservativo, provavelmente utilizado
para evitar doenças venéreas. Um século depois, um
médico inglês - conhecido como dr. Condom - resolveu criar
um protetor feito com tripa de animais para o rei Carlos II, a fim de
evitar o nascimento de tantos filhos ilegítimos. Em 1939, com a
descoberta do processo de vulcanização da borracha, os preservativos
passaram a ser fabricados com esse material e ficaram elásticos.
Este é o método contraceptivo mais utilizado em todo o
mundo. É feito de látex e geralmente vem já lubrificado,
existindo em várias cores, aromas e tamanhos. Deve estar presente
durante todo o acto sexual: deve colocar-se antes de iniciar a penetração
e retirar-se depois da ejaculação, antes que o pénis
perca a erecção.
Vantagens:
De fácil aquisição (farmácias, supermercados...),
é o método ideal para relações ocasionais
ou imprevistas.
Pode ser utilizado sem contra-indicações e é o único
método contraceptivo que protege de doenças que se transmitem
durante o acto sexual como o sida (Aids no Brasil), e outras infecções.
Se for utilizado correctamente tem uma taxa de eficácia de 96%.
Desvantagens:
Se for mal aplicado ou utilizado mais de uma vez pode romper, largando
o sémen na vagina
Precauções:
Convém utilizar marcas conhecidas com controlo de segurança
e respeitar os prazos de validade. No Brasil, deve ter o selo de aprovação
do Inmetro
Não é aconselhável lubrificá-lo com vaselina
ou óleos, nem expô-lo ao calor (tablier do carro, carteira,
bolsos das calças...) Se for necessária lubrificação
extra, deve-se usar produtos específicos, à base de água,
que podem ser facilmente encontrados em supermercados e farmácias
Ao ser aberto deve-se ter cuidado com as unhas e os anéis. Nunca
abrir a embalagem com os dentes.
Existem tamanhos variados de preservativos, desde os especiais para adolescentes
até os destinados a pênis mais grossos que a média.
Essa variedade é necessária, pois o uso de preservativo
de tamanho inadequado pode ficar largo demais (facilitando o vazamento
de sêmen) ou machucar o usuário (por restringir demais o
fluxo sangüíneo), acarretando o rompimento do preservativo
e diminuindo sua eficácia.
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